Os prazeres da roça em São Bento de Sapucaí

A pequena cidade da Serra da Mantiqueira, guarda os ares mais autênticos da vida roceira e das tradições do homem do campo
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texto: Iara Moreira

Ao chegar em São Bento, entendemos porque o destino atrai tantos turistas. Já na estrada, a vista é estonteante. Aquela Serra… como é mesmo o nome? Esqueci… mas lembro do impacto que senti quando a vi pela primeira vez, ainda criança, passeando pela região com a minha mãe.

São várias as cidades que têm a Serra da Mantiqueira (lembrei!) como pano de fundo: Campos do Jordão, Monte Verde, Santo Antônio do Pinhal, etc., mas dessa vez, decidi me hospedar em São Bento do Sapucaí. Era exatamente o que eu buscava para o final de semana. Pacata, aquele cheiro de roça, fria nessa época do ano (Agosto), mas ensolarada ao mesmo tempo. Aqueles restaurantes onde você saboreia uma comida simples e absurdamente saborosa olhando uma vista, que já disse, é de tirar o fôlego.

A hospitalidade nessa região é um capítulo a parte. Onde eles aprendem a ser daquele jeito? Será que tem matéria obrigatória na escola onde desde muito pequeno, ele é ensinado a ser simpático de maneira despretensionsa. As pessoas são simples e são legais, apenas por ser, não por estar flertando com ou por ter algum tipo de interesse. Aliás interesse há!! Explico: o de fazer você se sentir bem, agradada, em casa e em querer que você volte. É bom demais.

Dessa vez me hospedei na Aldeia dos Manacás. O dono, Sr Sérgio, foi CEO de grandes empresas na capital, mas o garoto foi tão esperto, que trocou a loucura do mundo coorporativo para junto à filha e esposa, a simpática Lia, abrir esta pousada conceito. Em um lugar alto, com chalés lindos, espaçosos, cheios de vidros para que o visitante fique debruçado sobre a vista daquela majestosa serra e para a Pedra do Baú que apresenta o nascer do Sol como cenário de cinema.

A pousada fica razoavelmente próximo ao centrinho onde há bons restaurantes com a saborosa comida caipira que citei mais acima. Um dos programas obrigatórios a se fazer pelas estradas bucólicas da região, é alugar um cavalo. Rômulo, um simpático rapaz (todos são simpáticos aqui, lembra?), conduz o passeio que passa próximo de uma cachoeira que faz aquele barulho relaxante ao fundo. Vou escrevendo e revivendo os bons momentos vividos lá, lá querendo voltar.

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